Por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres" Rosa Luxemburgo

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Seminário de Construção do II EREA Cuiabá

 

Oi Galera!

O seminário de construção do II EREA – Encontro Regional de Estudantes de Agronomia – Cuiabá aconteceu em Dourados\MS  na UFGD com representantes das universidades de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, neste seminário foram tirados o tema central do encontro assim como a sua data. O seu tema central será formação profissional e o encontro acontecerá entre os dias 21 e 24 de abril deste ano (2011).

Junto ao seminario de construção do EREA, aconteceu o seminario de planejamento da Regional IV (que abrange MT\MS\GO\RO\AC e DF). Nesse espaço procuramos conversar sobre os grupos de FEAB que estão se formando procurando orientá-los e também construimos uma agenda em conjunto.

Agradecemos a UNEMAT, UFGD, UNIC, UFMT e ESALQ (Coordenção Nacional da FEAB) pela presença e colaboração.

Comissão Organizadora do II EREA Cuiabá 

 

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I Curso de Formação Política da Biologia – Centro Oeste

“Olá galera! Tudo em mais perfeita correria?

Nós da comissão organizadora do I CFPBio Centro Oeste, viemos te convidar para participar dos debates mais aprofundados que estaremos realizando sobre os principais pontos que abordaremos durante o Curso de Formação Política da Biologia. O primeiro espaço é sobre o Processo histórico do sistema capitalista, sendo os principais pontos abordados; modelos econômicos e as características que o capitalismo foi assumindo (fordismo, taylorismo, toyotismo, keynesianismo, neoliberal..), relação dos modelos econômicos com as nações mais representativas e do governo brasileiro, crise estrutural do capital, entre vários outros. O facilitador do espaço será o Professor Dorival, que dá aula na Eng. Elétrica e é militante do MAB (movimento dos atingidos por barragens).Essa espaço ocorrerá no domingo ás 14:00Hrs na DUFMAT (oca).

 

Fizemos uma agenda de debates. Os locais, horários e facilitadores estão à confirmar. E sempre informaremos…

 

· Processo Histórico do Sistema Capitalista, 19/09, Domingo

· Questão Educacional: 26/09, Domingo.

· Como funciona a sociedade 1: 02 e 03/10, Sábado e Domingo.

· Questão Mídia: 09/10, Sábado

· Questão Agrária-Ambiental: 16/10, Sábado

· Matriz Energética: 23/10, Sábado

· Questão Indigena: 30/10, Sábado

· Processo de Tomada de Consciência: 06/11, Sábado

· Organização e Atuação: 13/11, Sábado

· Movimento Estudantil e Movimentos Sociais: 20/11, Sábado.

 

Qualquer dúvida é só entrar em contato. Contamos com a participação de vocês!

 

Há braços!”

Mais informações: www.enebiocentrooeste.wordpress.com

                                                                                                                                                                                                                             

O que é a ENEBio?

A nossa caminhada começa por volta de 1970. Em meio à luta contra ditadura, estudantes do Sul e Sudeste iniciaram sua organização em defesa da regulamentação da profissão biólogo. As escolas desses e de outros estados se encontravam em congressos da área e faziam as Reuniões Nacionais de Escolas de Biologia (RENEB´s) Sendo em 1980 aprovada a Lei que regulamenta a profissão. Desse ano em diante os/as estudantes sentem a necessidade de continuar se articulando e conquistando novas vitórias. Para isso é proposto o nosso 1° Encontro Nacional de Estudantes de Biologia (ENEB), que teve a participação de 600 pessoas, de 48 escolas de 17 estados brasileiros! com caráter político-científico-cultural, ou seja, deveria ser um momento único durante cada ano em que se somasse tudo o que de melhor se produziu sobre esses três eixos. Foram também discutidos temas que nos tocam em termos profissionais e estudantis, onde foi realizada uma importante troca de informações e intercâmbio cultural e debates politizados. Esse encontro foi organizado através das RENEB´s. A partir dessa década o Movimento Estudantil da Biologia (MEBio), segue se articulando, discutindo sobre o currículo mínimo e as formas de representar e unir os estudantes da área. Sendo constituída em 1989 a Executiva Nacional de Estudantes de Biologia (ENAB). Nos anos 90, o MEBio levanta novas bandeiras de luta e se preocupa cada vez mais com a participação dos estudantes para um olhar mais crítico sobre o ensino e meio ambiente criando estrururas como arquivo histórico e os Centros de Estudos e Trabalhos dos Estudantes de Biologia (CETEB´s). Porém, ainda por motivo duvidoso, em 1994 a Executiva muda de nome, sendo chamada de Entidade Nacional dos Estudantes de Biologia (ENEBio), com sede fixa em Belo Horizonte. Em 1995 é realizado o ENEB foi organizado em torno dos próprios estudantes, porém em 1996 o ENEB tem pouca participação. A estrutura do movimento é colocada em discussão, culminado em 1997 na sua “teórica” diluição, onde as suas únicas funções eram de repasse de informações e arquivos, além de organizar o ENEB. De 1998-2002 há poucos documentos, mas sabe-se que o movimento recebe grande influência anarquista. Os ENEB´s mudaram seu caráter, ficaram mais lúdicos. Mas não podíamos ter um movimento forte nacionalmente porque não se dava o direito de se falar em nome da ENEBio, não se legitimava qualquer forma de participação, ou deliberação nacionalmente. Em 2003 começou-se um questionamento a essa falta de combatividade no movimento, e centralização apenas local, assim o MEBio inicia sua reorganização, criando os Grupos Temáticos Permanentes (GTP´s), as Articulações Regionais (AR´s). Em 2004 cria-se o Fundo Nacional, e em 2006 ocorre os primeiros Cursos de Formação Política da Biologia (CFPBio), na região Sudeste e Nordeste, onde há vários debates e temas no intuito de construir um movimento atuante, crítico e participativo. Em 2007 o estatuto é reformulado e é lançado a Carta de Princípios do MEBio, juntamente com suas bandeiras de luta. Em 2008 ocorreu o ENEB Maranhão e CONEBio em Brasília. E agora para onde vamos? Cabe a você participar desse debate. Saiba mais, discuta mais, investigue mais… Um bom começo é ler o que os GTP´s tem a dizer, e um deles o Arquivo Histórico traz mais detalhes dessa história, além de relatorias e cartazes. Novos caminhos serão traçados e cabe a você assumir essa responsabilidade e construí-los em verde e vermelho…
Juliana Lins (Julicka) – UFV
Moisés Borges de Oliveira – PUC Minas Betim

Blogue Nacional da ENEBio: http://cnenebio.wordpress.com/


2ª SEMANA DO CALOURO EM MOVIMENTO


De volta ao calor de Cuiabá!

Saudações companheir@s!

A delegação da regional 4 está de volta ao calor da terra amada!

Durante 8 dias, as escolas da UFMT Cuiabá, UNIC, UFMT Sinop, UFMT Rondonópolis, UNEMAT Alta Floresta e UFGD Dourados estiveram participando do 53º CONEA em Santa Maria/RS.

O evento foi marcado por muitas discussões, vivências, frio, chimarrão e muito calor humano! Este ano o CONEA contou com a participação de aproximadamente 300 estudantes de todas as partes do Brasil.

Nós da  UNIC e UFMT, assumimos durante o congresso o compromisso de continuar articulando as escolas da regional 4 (MT, MS, GO, RO, AC) através da Coordenação Regional 4. Assumimos também o compromisso de construir o 2º Encontro Regional dos Estudantes de Agronomia Centro Oeste para o ano de 2011!

Além disso, nos responsabilizamos pela realização de seminários temáticos, cursos de formação política, dias de campo, entre outras atividades que serão desenvolvidas para os estudantes de agronomia de nossa regional.

A galera vontou empolgada e com vontade de trabalhar.

O próximo CONEA será em Belém/PA, se atentem às articulações. Queremos ver a regional 4 em peso, e preparada para o próximo CONEA.

Continuemos em LUTA, sempre!


Universidade e Formação Profissional

O pré CONEA sobre formação profissional e universidade, aconteceu em ritmo de integração, pois reuniu estudantes de diversos cursos e executivas de curso. O evento ocorreu na terça passada (18/05) e fez parte da SEMANA NACIONAL DE MOBILIZAÇÃO, que ocorreu entre os dias 18 e 23 de maio na ufmt. A facilitadora do debate foi a engenheira agrônoma Vívian Franco (Birita), que militou na FEAB.

O texto a seguir foi construído pela estudante Mariana Freitas, da ENECOS.

Formação profissional em debate da Semana de Mobilização da UFMT

A primeira atividade da Semana de Mobilização da UFMT foi um bate-papo esclarecedor com a formadora do 13 de maio e engenheira agrônoma Vivian Franco. Debatendo “Universidade e Formação Profissional”, a moça colocou algumas pulgas atrás das orelhas das 23 pessoas presentes. Representando 13 entidades do movimento estudantil, os militantes ouviram coisas como “o segundo passo da formação profissional é o trabalho” e “a formação profissional na universidade pública é para quem? Para quê?”.

Vivian começou a discussão contextualizando a sociedade de classes para, em seguida, explicar como essa dominação de uma classe à outra afeta a universidade pública, tornando-a mercantilista e, praticamente, uma fábrica de diplomas. O papel de resistência do movimento estudantil à essa realidade também foi colocado e, junto a isso, a disputa de consciências torna-se imprescindível. “O melhor lugar para disputar consciências é a calourada. As pessoas devem identificar suas angústias com o nosso grupo.”

“O que fazer com a universidade? Como mudar?” foi a pergunta crucial do debate. O que nós, estudantes, podemos fazer para evitar esse processo de transformação da universidade em uma máquina de produzir mão-de-obra barata para o mercado? “Se sempre foi assim e sempre será, depende nós.”, respondeu a formadora. Segundo ela, é preciso Agitação, Organização e Formação. Agitar é provocar esse sentimento de revolta com o que está posto nas pessoas que ainda são dominadas pelo senso comum. Organização é se juntar em grupos e trabalhar coletivamente, pensando estrategicamente as ações do movimento estudantil. E, finalmente, Formação é o estudo, a leitura e a discussão da teoria para que a prática melhor e mais coesa.

“Quer a pílula azul ou a vermelha?”, perguntava Vivian aos estudantes. Ironizando uma coisa séria, a engenheira associou a libertação de Neo, personagem de Matrix, com o processo de conscientização de classe, ou o “estalo”, pelo qual passamos quando saímos do embotamento mental, descobrimos outro modo de ver a sociedade e a possibilidade de mudança contida em cada um de nós.